
Dois homens acusados de envolvimento na execução de Davi Miranda Farias foram condenados pela Justiça do Amazonas por homicídio qualificado e participação em organização criminosa armada. A decisão foi tomada durante julgamento realizado na terça-feira (26), no Fórum Ministro Henoch Reis, em Manaus, após atuação do Ministério Público do Amazonas (MPAM).
Segundo as investigações, a vítima foi perseguida e morta a tiros na madrugada de 21 de julho de 2025, no bairro Jorge Teixeira, zona leste da capital. Conforme o processo, os criminosos usaram um carro para atingir a motocicleta pilotada por Davi antes de efetuarem diversos disparos.
O Conselho de Sentença acolheu as teses do MPAM e reconheceu as qualificadoras de motivo torpe e recurso que impossibilitou a defesa da vítima, além do agravante pelo uso de arma de fogo. As penas fixadas foram de 26 anos e 1 mês e 23 anos e 5 meses de prisão, ambas em regime inicial fechado.
O promotor de Justiça José Augusto Taveira, da 106ª Promotoria de Justiça, destacou a importância da atuação do Ministério Público no enfrentamento às organizações criminosas e aos crimes violentos no Amazonas.
A sentença foi assinada pela juíza Graça Giulietta Cardoso de Carvalho Starling, que também determinou a execução imediata das penas impostas aos condenados.







