
Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Henry Borel, Monique Medeiros teve a soltura determinada na última segunda-feira, pela juíza Elizabeth Louro, do 2° Tribunal do Júri, após julgamento ter sido adiado.
A magistrada aceitou o pedido da defesa de relaxamento de prisão porque, com o adiamento, poderia incorrer em excesso de prazo.
Ela deixou a penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste, às 18h16 de segunda-feira. A soltura foi determinada pela juíza Elizabeth Louro, do 2° Tribunal do Júri.
Além de uma equipe de seis advogados, o irmão e uma prima também aguardavam sua saída. O irmão de Monique vestia um camisa com os dizeres “sou testemunha” e uma foto de Henry com a mãe. Na porta do presídio, os advogados perguntaram à diretora da unidade se a acusada poderia levar um gato que adotou no presídio, conforme pedido por Monique. O que foi autorizado.
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