
Os serviços médicos montados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) durante o Carnaval do Rio de Janeiro atenderam um total de 3.537 pessoas. Deste número, 2.843 foram registradas nos seis postos médicos localizados no Sambódromo, enquanto 694 pacientes procuraram os quatro postos de atendimento de rua, distribuídos pelo centro e zona sul da cidade.
No Sambódromo, 167 pessoas necessitaram de encaminhamento para hospitais da rede municipal. Apenas na última noite de desfiles do Grupo Especial, em 17 de fevereiro, foram realizados 800 atendimentos e 37 transferências. Nos postos de rua, entre 24 de janeiro e 17 de fevereiro, 89 pacientes foram levados a unidades hospitalares para cuidados mais complexos.
Principais causas de atendimento
As ocorrências mais comuns nos atendimentos médicos incluíram descompensação de doenças crônicas, picos de pressão arterial, mal-estar e fadiga. Estes últimos foram associados ao esforço dos desfiles, ao peso das fantasias e ao calor. Dor de cabeça, cortes, entorses, lesões ortopédicas, contusões e intoxicações, muitas vezes decorrentes do consumo excessivo de álcool, também foram motivos frequentes para busca de assistência.
Ações de Vigilância Sanitária e Limpeza Urbana
O Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (Ivisa-Rio) emitiu nove autos de infração no Sambódromo por irregularidades como falta de documentação e condições higiênico-sanitárias inadequadas. As equipes orientaram os responsáveis para que as correções fossem efetuadas.
A Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb) recolheu um total de 1.421,2 toneladas de resíduos desde o início do pré-carnaval. Somente na terça-feira de Carnaval, foram coletadas 296,3 toneladas em todos os pontos de folia. A limpeza após o último dia de desfiles das escolas de samba no Sambódromo resultou na remoção de 55,5 toneladas de lixo. Os blocos de rua, bailes populares e desfiles de embalo geraram 217,1 toneladas de resíduos apenas na terça-feira.
Com informações da Agência Brasil







