
Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (12), o pastor Silas Malafaia rebateu críticas por não visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Ele afirmou que está impedido de manter qualquer tipo de contato com o ex-chefe do Executivo por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Na postagem, o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec) afirmou que responde a medidas cautelares impostas no mesmo inquérito que envolve Bolsonaro e classificou a investigação como perseguição política.
“Não posso visitar Bolsonaro porque estou com cautelares impostas por Alexandre de Moraes. Meu passaporte e cadernos teológicos foram apreendidos e fui proibido de falar com Bolsonaro, Eduardo e Paulo Figueiredo”, escreveu Malafaia, ao criticar o que chamou de “fofoca gospel”.
O pastor também disse que as restrições o impedem de qualquer aproximação ou comunicação com o ex-presidente, rebatendo especulações sobre sua ausência em visitas ao aliado político.







