
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) não descarta enviar militantes à Venezuela após a ação militar dos Estados Unidos no último sábado (3), segundo discussões internas realizadas por grupos da esquerda brasileira.
O assunto foi tratado em uma reunião virtual no domingo (4), que reuniu mais de 50 organizações. Participantes relataram ao site Metrópoles que ainda não há um consenso sobre o cenário, considerado “em desenvolvimento”, mas houve deliberação para a realização de atos em diversas capitais do país, alguns deles em frente a embaixadas e consulados dos EUA.
Em nota publicada no sábado, o MST declarou apoio ao povo venezuelano e condenou a operação norte-americana. O movimento acusou os Estados Unidos de promoverem “atos de guerra” e afirmou que o imperialismo “nunca aceitou” a Revolução Bolivariana. A entidade também reforçou apoio ao projeto chavista e disse permanecer ao lado da Venezuela em defesa de sua soberania e de suas reservas de petróleo.
Nicolás Maduro está preso em Nova Iorque após ser capturado na operação americana. Ele é acusado pela Justiça dos EUA de crimes de narcoterrorismo, conspiração para tráfico de cocaína e delitos ligados ao uso de armas automáticas.







